domingo, 21 de agosto de 2011

Teste de Nivelamento - Para download

É FUNDAMENTAL para todo aquele que pretende usar o teste de nivelamento para evitar estudar algum assunto em Inglês acertar, pelo menos, 80% do teste. Alunos estão acostumados a "7,0 para passar" mas testes de nivelamento são (e precisam ser) diferentes e mais duros pois tratam de assuntos que vão servir como base para o aprendizado de outros.

Download do teste que eu elaborei:
Teste de Nivelamento - Primeira Parte
Teste de Nivelamento - Segunda Parte
Teste de Nivelamento - Terceira Parte
Teste de Nivelamento - Quarta parte

Teste de Nivelamento

Estou criando um ótimo teste de nivelamento, bem completo, com gramática e vocabulário, baseado na minha análise de 17 volumes de livros didáticos. Deve ter algo em torno de 60 questões. Coloco aqui amanhã à noite ou, no máximo, terça à tarde.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Inglês na prática - Present Perfect

Bom dia a todos.
Muitas pessoas torcem o nariz ao ler ou ouvir a palavra "estudar".
Eu prefiro dizer "praticar".
Tanto no meu livro "40 dicas" (disponível para download em http://www.4shared.com/document/UAvVQYeH/40dicas.html? ) quanto em várias outras postagens aqui do blog eu menciono que, tão importante quanto estudar livros é ter contato com a língua.
Aqui vai mais uma:
Tem Facebook ? Imagino que muito provavelmente sim. Coloca o Face em Inglês.
Como fazer ?
No canto superior esquerdo, vá na sua conta, e em configurações coloque INGLÊS.

Na foto abaixo um caso prático do temido PRESENT PERFECT. Já escrevi aqui uns 3 ou 4 tópicos sobre ele.
Então:

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Novos materiais que tenho usado nas aulas

Boa tarde, pessoal.
Creio que eu já tenha escrito aqui algumas vezes detalhando os principais materiais que uso nas minhas aulas.
São eles:
Material didático completo principal: Interchange Third Edition
Gramáticas: Basic Grammar in Use e Grammar World
Compreensão auditiva: Tactics for Listening
Vocabulário: Vocabulary in Use - Pre Intermediate
Conversação: 5001 questions for hours of conversation

Bom, assim como os médicos, categoria em que estar atualizado é uma obrigação, nós professores também temos que comprar livros frequentemente para incrementar e melhorar nossas aulas.
Minhas novas aquisições são:

Material didático principal: Touchstone (Comprei tudo e obtive um mega desconto: os 4 livros, os 4 cadernos de atividades e os 4 packs de CDs)- Segue a mesma linha do Interchange e tem duas coisas das quais eu gostei muito: nas primeira unidades os exercícios de compreensão auditiva são beeeem lentos, o que ajuda muito a tirar o pavor que alguns alunos iniciantes trazem. E gostei também de as unidades estarem subdivididas em quatro, o que deixa o aluno mais seguro em seu prosseguimento. Ele tem mais parâmetros.

Compreensão auditiva: Developing Listening Skills
Achei genial a forma como os exercícios são propostos: ele mistura tipos conhecidos de avaliação com outros completamente inovadores. E as falas são extremamente bem claras, sem ser lentas. É um material de uso intermediário - avançado.

Vocabulário - Dois livros:
Watch your mouth - Dicionário de vulgarismos, insultos e xingamentos em Inglês: Não preciso nem dizer que todo mundo adorou ! Ótimo material para dar nos últimos 10 minutos de aula quando o aluno já está cansadão.
Internet and Teen Language - Cintia Cavalcanti da Costa: Ótima forma de mostrar conversas bem naturais entre adolescentes e jovens, que correspondem a uns 90% do meu público.

Conversação: 5002 more questions for hours of Conversation - Roman C. Roskowinski: É conversação para o aluno ficar por centenas de aulas. Bom para os dois lados.

Grande abraço a todos

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Recado para o pessoal

Boa noite.

Uma dica às pessoas que querem deixar recado em alguma postagem no blog: Muitos clicam em "Comentários" ao fim de um tópico, escrevem (muitas vezes coisas muito importantes) e eu respondo e não fico sabendo se a pessoa leu pois geralmente todos esquecem de voltar à página e ver se há alguma resposta. Algumas opções são mais úteis:
- Lembrar de voltar à postagem e checar se há resposta (parece que tem sido improvável)
- Ter um cadastro no blogspot
- Colocar o e-mail na postagem
- Mandar pra mim diretamente um e-mail (o meu está abaixo do título no blog)

Recebi um recado da leitora Letícia na postagem "Relato de minha prova no MTELP", respondi e queria saber se minha resposta foi lida.
Isso acontece muito. Seguindo as ideias acima acaba ficando melhor para mim e para os leitores.

Abração e bom fim de semana,

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Relato de minha prova no MTELP

Boa tarde a todos.

Estou muito feliz. Como já escrevi aqui algumas vezes sou professor há 8 anos, dou aula no terceiro ano do Ensino Médio de uma escola aqui no RJ e tenho atualmente 15 alunos particulares que me proporcionam ter 30 horas de trabalho por semana.
Não tenho planos a curto prazo de mudar este esquema mas andei lendo recentemente sobre exames internacionais de proficiência. Eles são testes muito úteis que, além de comprovar o conhecimento do profissional, podem ajudar a abrir portas para cursos e faculdades no exterior e empregos em empresas aqui no Brasil.
Resolvi então experimentar.
Fui ao IBEU, curso do qual eu fui aluno de 1988 a 1993 e completei o processo regular, e perguntei sobre estes exames.
Fiz o MTELP - Michigan Test of English Language Proficiency e foi SENSACIONAL ! Por isso estou muito feliz, como disse na primeira linha do texto.
O valor é de R$ 255,00. Paguei na terça-feira e minha prova foi marcada para sexta às 14h.
Um dos professores do curso me conduziu a uma das salas, e, de início, me deu uma folha em branco para fazer a redação. Mínimo de 30 linhas para que eu falasse de aspectos pessoais e profissionais da minha vida. Fiz umas 45. Deu a folha inteira de um lado e metade do outro.
(Lembrando sempre as regras básicas de redação: Introdução, Desenvolvimento e Conclusão; Parágrafos curtos; Amplo vocabulário com uso de sinônimos mas ao mesmo tempo evitando usar palavras que o candidato não esteja familiarizado para não correr o risco de acabar errando ao tentar impressionar)
A seguir, a prova de múltipla escolha. Ele me explicou como era o esquema da resolução das questões e me deu as folhas que continham as perguntas e a folha de respostas.

Como foi a prova:
Eram 100 questões: 40 de gramática, 40 de vocabulário e 20 de interpretação de texto.
Gostei imensamente da prova de gramática pois caiu exatamente o que venho insistindo com os alunos em nossas aulas estes anos todos: exceções gramaticais. Apareceram muitas !
Achei difícil esta parte, mas deliciosa de fazer. E fui me sentindo recompensado cada vez mais que avançava na prova e via assuntos que sempre prestei atenção ao passar por eles e os estudava e assimilava completamente.
A seguir, 40 questões de vocabulário. Gostei muito também pois foi bem variado. Foram tópicos de dia a dia, esportes, gírias e negócios. Caíram alguns arcaísmos também. Admito que em 2 ou 3 questões me senti perdido e posso ter errado pois apareceram palavras com as quais não tenho o menor contato, como Moda, por exemplo.
E as 20 questões finais eram de interpretação de texto. Eu sempre achei as questões de texto em Inglês muito mais fáceis do que em Português porque há sempre como você provar que determinada questão é a certa. Não lembro de ter visto, em Inglês, uma pergunta que eu odeio quando aparece em textos em Português : "Na sua opinião, o que o autor quis dizer quando..." Sei lá, ora bolas !
Eram então 4 textos com 5 questões cada. Destas 20 questões respondi 18, se não me engano, com segurança e dei uma leve chutada nas 2 ou 3 últimas do último texto, pois já estava muito cansado e o assunto destas últimas 5 era, argh..., Filosofia ou Sociologia.
Acabada então a parte escrita, tendo eu feito a redação e a múltipla escolha (ia esquecendo de dizer: foram 30 minutos para a redação e 80 para as 100 de múltipla escolha) ficou faltando a parte oral.
O professor me deu um texto sobre atualidades e me pediu para ler silenciosamente. Era curto. Tinha umas 30 linhas. Quando eu acabei ele me avisou que eu poderia ler outras vezes e, quando me sentisse preparado, eu deveria dizer, com minhas próprias palavras, o que eu tinha entendido.
Ao fim disso, bati um papo com ele de uns 10 a 15 minutos dizendo o que eu tinha escrito na redação: a minha vida.
Durou tudo, então, umas duas horas e quinze, duas horas e vinte. Fui avisado que segunda eu poderia buscar minha nota. Gostei do professor, parece ser gente boa.
Voltei lá então na segunda e busquei o resultado: 9,4 e grau excelente em todas as habilidades avaliadas.
Eis o meu resultado: " Excellent - Proficient enough in English to carry a full time academic program. Fully operational command of the language at a high level in most situations, e.g. can argue a case confidently, justifying and making points persuasively"

Bom, como várias vezes comentei aqui no Blog, este foi mais um tópico que tem como intuito ajudar e encorajar a pessoa interessada em aprender Inglês e ser fluente.

Agora um recadinho muito importante: Continuo muito decepcionado com 99,8% das pessoas que acessam o Blog (o número que eu escrevi parece um exagero ao acaso mas é isso mesmo: tenho mais ou menos uma a cada 500 pessoas que acessa a minha página e me escreve alguma coisa animadora e construtiva) e vou dar este mês de prazo e teste para ver se o feedback melhora. Se eu perceber que continuo falando para as paredes eu vou parar definitivamente dia 1 de setembro.

Grande abraço a todos.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Exercício de tradução que passei para um aluno

Abaixo mostro a forma com a qual corrijo os exercícios que me chegam:

Padronização:
Primeira linha - Frase a ser traduzida
Segunda - Como o aluno fez
Terceira - Erros
Quarta (e, se necessário, quinta, sexta, sétima linhas...) - Explicação
Última linha - Frase correta

No exercício abaixo o aluno caiu em TODAS as pegadinhas que eu coloquei. Ele tem um desempenho parecido com 95% dos alunos que eu já tive até hoje: esforçado, inteligente, mas que trabalha e não tem tempo de estudar e não consegue se desvencilhar de pensar as frases em Português e acaba cometendo muitos erros ao traduzir a maioria dos termos ao pé da letra.

Os tópicos gramaticais incentivados foram:
Plural
Sufixo ING como sujeito de frase
Imperativo
Condicional
Genitivo
Pronomes Possessivos
Prposições

A frases e a correção:


1 – De quem é este belo vestido branco ?
Você escreveu: Who is this beautiful white dress ?
Erros:
De quem = whose
Whose precede o objeto (coisa) e o faz tornar sujeito da frase
Fica: Whose beautiful White dress is this ?

2 – Eu sei que os homens não gostam de pedir informações quando estão perdidos.
Você escreveu: I know that man don´t like to ask information when they are lose.
Erros:
Homens = men (com E = plural)
Pedir = ask for
Perdido = Lost (lose é o verbo perder)
Fica: I know that men don´t like to ask for information when they are lost.

3 – Ultrapassar pela direita é proibido pelas leis brasileiras.
Você não fez
Overtaking on the right is forbidden by the Brazilian laws.

4 – Ela se exercita 3 vezes por semana.
Você não fez
She works out three times a week.

5 – Ela acabou de digitar 6 cartas.
Você escreveu: She finished to type six letters.
Erros:
Até daria para usar o verbo FINISH mas não é a melhor solução (e ele sempre precede verbo no gerúndio). Quando acabamos de fazer algo usamos o present perfect com JUST.
Fica: She hás just typed six letters.

6 – Não compre esta camisa azul. A amarela é muito mais bonita.
Você escreveu: It not buying this blue T-shirt. The yellow one is very much beautiful.
Erros:
Trata-se de ordem, imperativo – Usa-se DON´T + verbo = Don´t buy
Very much termina frase – Usa-se much more beautiful
Fica: Don´t buy this blue T-shirt. The yellow one is much more beautiful.

7 – Ou você me ajuda com as tarefas domésticas (housework), ou você faz seu dever de casa. Você não pode jogar futebol agora.
Você escreveu: Or you help me with housework´s task, or you make (do) your homework. You can´t play soccer now.
Erros:
Quando há 2 “ou” (um em cada oração da frase), o primeiro ou é “either”.
Housework já é tarefas domésticas.
O verbo do dever de casa é “do”. Usamos “make” para criação de algo.
Fica:
Either you help me with housework or you do your homework. You can´t play soccer now.

8 – Se você tivesse ido a festa ontem, você teria comido muito.
Você escreveu: If you had to go to the party yesterday, you had to eat very much.
Erros:
Trata-se de TERCEIRA CONDICIONAL, a chamada condicional impossível e os tempos verbais usados nela são o past perfect (had + particípio) e condicional perfeito (would + have + particípio)
Fica:
If you had gone to the party yesterday, you would have eaten a lot (ou very much).

9 – Você conhece os pais da Maria ? Conheço sim. Eu os conheci semana passada no aniversário dela.
Você escreveu: Do you know Maria´s parents ? I know them. I know them last week in hers´s birthday.
Erros:
Suas duas primeiras frases ficaram certas.
Na terceira o verbo deve ser meet (passado = met) pois menciona a origem do conhecimento.
Lugar vem antes de tempo.
Pronome possessivo não leva genitivo.
A preposição é AT e não IN por tratar-se de referência, parâmetro.
Fica:
I met them at her birthday party last week.

10 – Você sabe que eu odeio baseball. Na verdade, odeio basquete também.
Você escreveu: Do you know that I hate baseball. In fact, I don´t like basketball to.
Erros:
A primeira frase não é pergunta, então não tem DO.
Na segunda, fazemos a concordância de negativa com EITHER e não tôo (que voc~e escreveu to)
Fica:
You know that I hate baseball. I fact I don´t like basketball either.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Boa notícia

Gostaria de compartilhar uma coisa muito boa que aconteceu hoje.
Depois de muito tempo e dezenas de tentativas com alunos (a maioria, frustrada, algumas em andamento), pude dizer a um aluno meu que ele está FLUENTE em Inglês.
Além de ele ser um cara persistente (não desiste das aulas apesar de o trabalho dele dificultar um pouco o estudo e o comparecimento) ele já tinha uma habilidade natural de aprendizado. Começamos em 2008 com gramática, continuamos com Listening, entramos na coleção Interchange inteira e temos feito conversação há alguns meses (com um pouco de listening avançado também).
Claro, ele ainda erra um ou outro tópico de gramática e às vezes lhe foge um pouco de vocabulário mas ele me provou que já é plenamente capaz de PENSAR em Inglês, tanto em assuntos do dia a dia, quanto em outros mais técnicos e consegue falar, sem interrupção, sem medo e sem gaguejar o tempo que for necessário.
Estou exultante de felicidade.

sábado, 30 de julho de 2011

Só mais este.

Boa tarde a todos.
Resolvi novamente interromper a aposentadoria do Blog para inserir uma mensagem muito importante. Relacionada ao aprendizado de Inglês, claro. Nela falo algo que sempre quis falar mas nunca tive coragem, com medo de perder os leitores do Blog. Mas como atualmente, como já expliquei na mensagem anterior "Fim do Blog" não estou preocupado mais com acessos, estatísticas e reconhecimento do meu trabalho, sendo financiado ou não, por ter perdido as esperanças de ter sucesso, resolvi que esta seria a hora de colocar para fora uma ideia que eu sempre quis passar.
O incentivo final veio ao ler um e-mail de uma leitora com dúvidas insistentes em assuntos básicos.
Lá vai:

Oi Xyxzxyz.
Vou te falar uma coisa que talvez assuste mas eu tento sempre ajudar as pessoas não só a aprender Inglês mas de muitas outras formas também.
Meu objetivo inicial ao ter contato com qualquer pessoa, pessoal ou virtualmente, como é o nosso caso, é fazer o possível para que esta pessoa fale Inglês fluentemente, possa se sentir confiante para se expressar com segurança em viagens, reuniões etc.
Isso é o que qualquer bom professor faz. O que você raramente vai ouvir de alguém, se for o caso, claro, é o que eu vou te dizer abaixo.
Acontece, aí é que vem a parte delicada e pode ser este o seu caso, que há determinadas pessoas que simplesmente não conseguem assimilar o aprendizado de uma língua estrangeira.
A pessoa é inteligente, determinada, esforçada, estudiosa, não falta às aulas, não se atrasa, faz perguntas pertinentes, anota tudo, mas simplesmente não leva jeito para aquilo.
Isso aconteceu comigo na Faculdade de Direito. Sempre fui um bom aluno na escola e passei em 37º lugar num vestibular difícil de uma das faculdades mais procuradas do RJ.
Fui muito bem no primeiro ano, com matérias como Contabilidade, Economia e Português, ou seja, nada ligado ainda ao Direito.
Mas quando comecei a ver as matérias de Direito mesmo: Civil, Penal, Tributário e Constitucional, foi uma tragédia que estava acabando com todos os aspectos da minha vida. Eu continuava o mesmo aluno sério e estudioso mas percebi que tentar assimilar o conteúdo dos artigos dos Códigos era o mesmo que me deparar com textos em russo, chinês ou japonês. Com recuperações, dependências e com minha namorada me dando muita ajuda para as provas consegui chegar ao quarto ano, o penúltimo e, simplesmente, empaquei ! Repeti duas vezes o quarto ano e, no meu sexto ano de Faculdade, ainda no quarto ano, parei. Percebi que nunca iria aprender, por mais diferentes, pacientes e bondosos fossem os professores. O problema era eu, uma pessoa com várias virtudes de bom aluno mas que, por algum motivo, não tinha como aprender as matérias ligadas a Direito. Não tinha a capacidade de interpretação e visualização do que lia nos códigos e livros de doutrina.
Como te falei: pode ser este o seu caso e, se for, por favor não se sinta ofendida pois meu intuito ao me arriscar te passar esta mensagem é te proteger de um dia passar por isso que eu passei.
Acontece com MUITA gente. Sou professor de escola mas em 90% do meu tempo dou aulas particulares para profissionais extremamente capazes em suas áreas como Médicos, Engenheiros, Advogados e Professores e vejo toda hora estes alunos resolvendo casos cabeludos, dificílimos em suas áreas, e perderem o sono com assuntos básicos de língua estrangeira como verbo to be e auxiliares, exatamente o que você está vendo agora.
Estes assuntos exigem muita lógica (a mesma do aprendizado de matemática e física) e um conhecimento sólido de gramática da língua portuguesa ajuda muito também.
Meu conselho, resumindo isto tudo é: esforce-se, estude, tenha várias fontes, leve o aprendizado de Inglês muito a sério mas, se você perceber que está impossível, num caso detalhado muito parecido com o que eu te falei que eu passei pela faculdade, não se sinta derrotada e pare. Não podemos sucumbir aos primeiros obstáculos, temos de ser fortes e perseverantes, mas, ao mesmo tempo, temos de ter humildade e sabedoria para reconhecer determinadas falhas e insistir além da conta pode significar frustração, estresse e até brigas em família e no trabalho.
O assunto que você está com dificuldade (quando usar o verbo to be ou um dos auxiliares) é apenas o primeiro obstáculo de centenas que vêm por aí. Muitos deles não têm explicação quanto ao seu uso e outros tantos têm uma explicação bem complexa, cheia de exceções.
Lembre-se: quero e vou te ajudar sempre que precisar mas me achei no dever de escrever isso tudo para te alertar, para te dar uma visão mais ampla da realidade e te mostrar uma opção ao lidar com o problema, se ele piorar muito.
Bom, espero que você tenha chegado até aqui e, principalmente, não tenha ficado com raiva do que escrevi.
E, como fonte de muitos exercícios que você pediu, dê uma olhada no website www.agendaweb.org . Ele é completíssimo em todas as habilidades de Inglês e te fornece mais de 100 mil exercícios para fixação e prática.
Caramba, como escrevi !
Boa tarde e bom sábado procê.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Dica final

Inserindo um pequeno comentário após a aposentadoria do Blog:
Pelo amor de Deus, quem pretende começar aulas particulares de Inglês, por favor, façam um favor a vocês próprios e ao seu professor e só "pulem" o(s) livros(s) básicos(s) do material didático que for escolhido se vocês estiverem realmente craques em verbo to be, present continuous, simple present, simple past e pronomes retos, oblíquos, demonstrativos e possessivos. Saber bem isso é o mínimo do mínimo para entrar em um volume pré-intermediário.
Tá parado há muito tempo ? Fez um curso completo quando tinha 20 e poucos anos e hoje tem 40 ? Peça ao seu professor que elabore um teste de nivelamento.
Não fique com preguiça nem sinta vergonha de recomeçar do zero se for necessário. Muitas vezes isso é bem rápido e talvez não precise ver item por item das páginas dos livros básicos mas vai um aviso do coração: ignorar o material básico sem estar preparado por preguiça ou vergonha é dar tiro no próprio pé. Vai chegar um momento em que o aluno vai ficar completamente perdido no material e, de duas uma, ou vai parar com as aulas por causa do desânimo e da falta de resultados, ou vai ter que voltar tudo do zero e perder tempo e dinheiro.
Vão por mim, conselho de coração. Tá acontecendo direto isso hoje em dia, com alguns alunos meus e com outras pessoas que conheço.