quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Meu livro de Inglês para download grátis.

Título:
40 DICAS PARA APRENDER INGLÊS
Personalidade:FABIO COSTA E SILVA DA ROCHA - Autor(a)
Registro:368226 , no Livro 681 , Folha 386 , em 31/01/2006
Rio de Janeiro - RJ

fabiocsrocha@gmail.com


Alguns relatos de leitores:
Você escreve bem! Ótimas dicas no seu livro, principalmente ressaltar que "uma língua NÃO é baseada na outra", coisa que muitos de meus alunos dizem o contrário e me desafiam!Abraços,J.S


Obrigada por tudo mesmo, com certeza, prof Fabio, voce será recompesado de alguma forma por todo esse ato de bondade, em enviar os seus livros e ajudar muitas pessoas a cresceram pessoal e profissionalmente, sem esperar nada em troca, e ainda, em nos ajudar com essas dicas tão úteis. Parabéns pelo seu caráter.
F.D

Olá Fábio,Muito obrigado pela atenção, tu não sabes o quanto o teu material está me ajudando a lecionar.Muito sucesso para ti.Abraços, A.D.

Estou saboreando seus livros nesse exato momento e ja confesso, estou adorando!!!!Desde criança sempre achei a disciplina inglês diferente de um modo especial das outras, hoje faço curso de letras português/inglês e se não fosse o inglês, ja teria desistido do curso ha muito tempo, vou continuar com a leitura, se importa se eu manter contato com voce?Gosto de ler e discutir ok?Abração!!!!B.S

Ótimo trabalho Fábio,
Abraço
C.D

Muito obrigado Fabio!!! Belo trabalho esse seu...sempre que tiver algo novo pode mandar pra mim que com certeza vou utilizar muito.. valeu
C.C

Oi Fabio, tudo bem? Passei por aqui para te agradecer.Deus abençoe mais e mais livros como esses.
M.B





Para a minha família, por todo o apoio e compreensão
às minhas intermináveis horas de trabalho.
Para aqueles que já foram meus chefes e professores
nos lugares onde trabalhei e estudei. Positiva, na maioria
das vezes, e negativamente em outras, vocês
são a base da minha vida profissional.
Para todos aqueles que já foram meus alunos.
Tenho aprendido muito com vocês.


SUMÁRIO
Primeira Parte – Como estudar
1 – Por quê sou professor
2 – Não tenha medo
3 – Uma língua não é baseada na outra
4 – Curso ou aula particular?
5 – Com que freqüência estudar
6 – Qual material estudar
7 – Usando o dicionário
8 – Atenção com algumas palavras
9 – O que ler
10 – O que ouvir
11 – Usando um rascunho
12 – Use cores diferentes ao escrever
13 – Trabalhando a auto-estima
14 – Familiar é sempre mais fácil
15 – Atenção com algumas sutilezas
16 – O contato diário com o Inglês em casa
17 – O Inglês na rua
18 – O Inglês e a Internet
19 – Como se comportar em viagens.
20 – Como fazer redações


Segunda Parte – Dúvidas de Gramática
21 – O auxiliar “Do” (I)
22 – O auxiliar “Do” (II)
23 – O auxiliar “Does”
24 – O pronome “It” como sujeito da frase
25 – O auxiliar “Did”
26 – O uso correto do artigo “The”
27 – Plurais
28 – O verbo “to be”
29 – O Present Continuous
30 – Formação de Perguntas (I)
31 – Formação de Perguntas (II)
32 – Um pouco sobre os pronomes possessivos
33 – Quantos anos você tem?
34 – Você sabe usar “Tag Questions”, não sabe?
35 – O uso de “can”, “could”, “may” e “might”
36 – Usando os pronomes pessoais
37 – Pronomes Reflexivos
38 – Present Perfect
39 – Present Perfect – Palavras chave
40 – Voz Passiva


Introdução
40 dicas para aprender Inglês tem como objetivo mostrar ao aluno, à pessoa interessada em aprender Inglês, que esta tarefa é mais fácil do que se imagina. Não tão fácil, é claro, mas apresenta o chamado “caminho das pedras”. O que fazer ao se deparar com alguns truques da língua e como estudar, mesmo sem perceber.
É uma ótima ferramenta para os alunos de nível básico e intermediário e para quem se prepara para um concurso ou vestibular.
Não pretende, de forma alguma, substituir os materiais didáticos de cursos e escolas, as gramáticas e livros de literatura. É apenas um complemento que pode ajudar muito, esclarecendo dúvidas e evitando problemas.
Então, mãos à obra.


Parte 1

1 – Por quê sou professor.
O início da minha vida escolar foi há 24 anos atrás no Colégio Santo Amaro, aqui em Botafogo, bairro onde sempre morei, na cidade do Rio de Janeiro. Lá tive aulas de Inglês desde os 6 anos e pude perceber, de imediato, que era uma matéria diferente das outras. Como aluno vi que o Inglês, assim como o Português e grande parte da Matemática que estudei, era bem diferente do resto.
Aprendendo Inglês, bem aos pouquinhos, fui percebendo a utilidade da matéria na vida prática das pessoas. Eu já começava a ser capaz de entender trechos de músicas e de entrevistas que via e ouvia na TV e de compreender bem os jogos de vídeo game, vício que tive por muitos anos.
Algum tempo mais tarde, no segundo grau, percebi o segundo dos três motivos que me levaram a ser professor: a grande oportunidade de ajudar as pessoas. Já em outro colégio, o Santa Rosa de Lima, pude experimentar o doce sentimento de ver uma pessoa satisfeita, livre de suas dúvidas, confiante para as provas que estariam por vir.
Eu e meus colegas pegávamos o livro, fazíamos os exercícios e, o que no início era um emaranhado de problemas, ia se tornando, aos poucos, mais uma etapa superada, mais um pinguinho de confiança adquirida para o bom desempenho na avaliação. Era maravilhoso e viciava. Muito.
Depois, já inserido no mercado de trabalho, foi fechado o ciclo dos motivos que me levaram a ser professor : comecei a trabalhar em uma seguradora, onde fiquei por dois anos executando funções burocráticas e depois mais um ano na área de contabilidade de outra empresa.
Três anos de trabalho, duas demissões e o mesmo motivo: corte de despesas. Fiquei, é claro, muito triste e aborrecido e, ao conversar com minha avó ouvi as palavras que mudaram a minha vida: “Por quê você não aproveita o bom Inglês que você conseguiu com o curso, o colégio e as viagens e não tenta ensinar ?” perguntou ela.
Eu já tinha, nesta época, terminado o curso completo do Ibeu e já estava bem encaminhado na Faculdade de Letras. Retruquei então : “Mas eu quase não tenho material, não estou em condições de me preparar bem para ser profissionalmente responsável pelo aprendizado de alguém. Sei bastante, sim, mas para mim.”
Continuamos a conversa que terminou, algum tempo depois, com três gramáticas na minha mesa e a promessa de estudá-las quanto tempo fosse necessário.
Três ou quatro semanas depois consegui meu primeiro aluno particular. Isto tudo no começo do primeiro semestre de 2003. Luciano era o melhor primeiro aluno que eu poderia ter: calmo, esforçado, amigo; se percebeu o meu nervosismo e a minha insegurança no primeiro dia, não comentou nada.
De lá pra cá, a etapa final. Trabalhei em três cursos de Inglês, em um deles por um ano e meio com a responsabilidade de mais de dez turmas e a coordenação de uma filial. Consegui muitos alunos particulares, creio que ajudei e continuo ajudando muita gente querendo e precisando aprender e como está sendo bom poder ajudar estas pessoas !


2 – Não tenha medo.
Antes de comentar qualquer atividade prática no estudo de Inglês, preciso mencionar e destacar um tópico para você: tenha vontade, não tenha medo, não perca as esperanças !
No tópico anterior, quando mencionei meus empregos antigos, em relação ao primeiro deles, o de funcionário de uma seguradora, devo agora enfatizar que só consegui a vaga por estar, na época, já cursando uma faculdade, a de Direito.
Foi uma faculdade em que entrei sem gostar, pressionado por algumas pessoas do meu relacionamento naquela época. Sempre comento isso com meus alunos quando percebo ou mesmo quando eles próprios me dizem que estão muito inseguros e que acham não ter capacidade de aprender.
Pois bem, meu primeiro ano naquela faculdade até que foi bom. Não tinha contato com Códigos ainda e as matérias não eram muito ligadas a Direito.
Do segundo ano pra frente, com exceção do Direito Penal, sonho de nove entre dez alunos do curso e de muitos outros também, meu desempenho passou a ser uma tragédia. Só consegui chegar ao quarto ano com a ajuda diária da minha namorada, hoje minha esposa. Nunca gostei do que estudava e passei a achar que nunca conseguiria aprender, entre outras coisas, Processo Civil.
E não aprendi mesmo !
Devo ter criado um bloqueio tão grande que as palavras dos professores e as páginas dos livros pareciam estar em outra língua, Russo ou Chinês, sei lá, e nunca mais consegui assimilar.
O mesmo pode acontecer com o aluno de língua estrangeira. Se, à primeira exposição ao idioma, pensar que é muito difícil, que não vai conseguir aprender nem memorizar nada, não vai mesmo.
O Inglês tem algumas estruturas e sons diferentes mas o modo como pode ser assimilado não é complicado. É só perceber que a grande maioria dos assuntos tem uma explicação lógica e possível.
E todos são capazes de aprender, falar, entender e escrever muito bem. Basta ter fé.


3 – Uma língua não é baseada na outra
Já participei, como ouvinte, estagiário, aluno e professor, de vários cursos de Inglês e sempre percebi um problema de abordagem dos alunos que dificilmente ocorre, por exemplo, numa aula particular.
Não sou favorável ao uso de tradução para aprender a língua e a grande maioria dos cursos também evita esta prática.
Mas há alguns alunos, entretanto, que inicialmente têm muitas dificuldades em assimilar os tópicos sem recorrer à tradução. Acho perfeitamente cabível e aceito sem problemas mas sempre aviso que, para o perfeito desempenho como falante da língua, é indispensável pensar em Inglês o mais rápido possível.
E pior que o vício da tradução de palavras e expressões o tempo todo é fazer isso sem parar com todo um texto. Torna-se uma compreensão incompleta e, mais grave ainda, ao escrever, ainda saem umas besteiras colossais.
As gírias do povo são um ótimo exemplo. Em Inglês existe “It’s raining cats and dogs” e “Give it a shot”. São expressões comuns mas que nunca poderiam ser usadas, ao pé da letra, por um brasileiro.
Outro exemplo: na minha época de coordenador, ao analisar uma redação de uma candidata a professora do curso li a seguinte pérola depois de um relato de algo ruim que teria acontecido com ela: “No one deserves it”. Nem preciso dizer que quem “não mereceu” a vaga foi ela.
Há casos, é claro, em que expressões de uma língua podem ser traduzidas e usadas em outra, mas há de se ter muito, mas muito cuidado, para não parecer ridículo e absurdo.


4 – Curso ou aula particular?
Como tudo na vida, as duas opções têm suas vantagens e desvantagens.
Se você optar pelo curso, você terá, ao final dele, um certificado de conclusão que pode ser útil em uma futura busca de emprego. Mas nem sempre é preciso comprovar formalmente o conhecimento de um idioma. Muitas vezes uma provinha escrita e uma conversação com o possível futuro chefe valem muito mais.
Escolha um curso perto de casa, do trabalho ou de algum lugar que você tenha de freqüentar regularmente. Assim diminuem as chances de você perder aulas, o andamento da turma e tópicos gramaticais essenciais.
O aluno de um curso também tem a vantagem de assimilar as pronúncias e experiências diferentes dos professores e fazer novos amigos.
Quanto às aulas particulares, elas não oferecem certificados, mas podem ser combinadas para a própria casa ou trabalho do aluno e em dias e horários muito mais flexíveis.
Se o seu tempo disponível é às Segundas e Terças às seis e meia da manhã dificilmente um curso conseguirá atendê-lo, enquanto um professor particular dedicado não terá o menor problema em ajudar.
Se você precisar de aulas de conversação, os bons cursos têm e são ótimas, mas você terá de compartilhar o tempo de diálogo com vários colegas, enquanto, nas aulas particulares, o tempo é todo seu, você pode falar por 5, 10 , minutos sem parar e não haverá problema, ninguém ficará chateado.
E todas as dúvidas que você tiver serão esclarecidas. Não será necessário interromper o andamento de uma turma com outros alunos que entenderam uma explicação e estariam perdendo tempo com uma revisão, para eles, desnecessária.


5 – Com que freqüência estudar
Procuro sempre incentivar o aluno a ter três aulas por semana.
Vamos partir do princípio que é raríssimo alguém aprender Inglês da forma ideal, que seria viajar para o exterior e vivenciar o idioma de 12 a 15 horas por dia, fazendo 80 horas por semana.
Três horas, então, ainda é muito pouco. Pouquíssimo.
Falar inglês significa comunicar-se com a mesma velocidade e acerto de um americano ou britânico, e o que a maioria dos cursos oferece, 2 aulas por semana segundas e quartas ou terças e quintas, é, na minha opinião, pra lá de insuficiente.
O que eu recomendo é o estudo, em aulas, 3 vezes por semana e mais 3 horas em casa para assimilar e rever a matéria, além de fazer deveres de casa e redações.
É importante haver um intervalo o mais curto possível entre os momentos que a pessoa escolhe aprender Inglês. Quanto maior este intervalo, com mais facilidade as informações aprendidas vão se perder.
Vamos exemplificar para tornar mais claro o meu ponto de vista.
Peguemos dois alunos que irão, separadamente, a uma festa em uma sexta-feira à noite. O primeiro deles tem 4 horas de aulas nas tardes de sábado, portanto já são 6 dias desde a última.
O segundo tem aulas de uma hora às segundas, quartas e sextas, logo, nesta festa, onde estará presente um grupo grande de americanos, convidados de uma terceira colega, ele estará com o idioma muito mais “fresco” na cabeça e certamente se comunicará com maior firmeza e naturalidade, mesmo estudando menos tempo em aula do que o colega dos sábados.


6 – Qual material estudar
É imprescindível ter um material didático e uma boa gramática.
A coleção “Interchange”, adotada em alguns cursos, é excelente. Trata-se de um conjunto com livro, recheado de boas figuras ilustrativas , caderno de atividades e complemento auditivo.
As unidades têm 6 páginas e todas elas com bastante diálogo, exercícios de compreensão auditiva e vocabulário.
Assim é possível avançar em todos os campos do aprendizado ao mesmo tempo.
E a melhor gramática é a “Grammar in use”, de Raymond Murphy. Bem clara, com regras e exemplos de todos os pontos e um mundo de exercícios com gabarito.
Os materiais do professor Eduardo Amos também são ótimos.


7 – Usando dicionário
Tenho algumas reservas quanto ao uso de dicionários para aprender Inglês. Os que uso são o McMillan (Inglês – Inglês) e o Oxford (Português – Inglês).
Acho que, se você se depara com um texto que requer a consulta de muitas palavras, a não ser que você se veja obrigado por causa de trabalho, faculdade ou escola, o melhor é deixar para outra ocasião.
O ideal é consultar o dicionário para saber o significado de palavras que têm poucas opções, como uma fruta qualquer ou um material específico. Veja que problema é consultar a palavra “já”: dependendo do contexto ela pode ser traduzida como ever, yet, already, since... Para isso é que servem, entre outras coisas, os livros didáticos, que nos dão, se bem estudados e assimilados, uma base sólida para desenvolvimento.
Já quanto aos dicionários totalmente ilustrados, sou completamente a favor. Há muitos assuntos em que não sabemos o nome nem em Português. Só profissionais especializados sabem como se chamam todas as peças de um motor de carro, os diferentes e raros instrumentos musicais e seus componentes e o nome de todos os órgãos internos do corpo humano.


8 – Atenção com algumas palavras
Cuidado para não estabelecer um significado único para algumas palavras. Você pode acabar achando complicada uma frase facílima.
Por exemplo: peguemos duas palavras que mesmo aqueles que mal têm o conhecimento mais básico do idioma sabem: “again” e “after”.
Então “again” significa “de novo”, “novamente” e “after”, “depois”, certo ? Certo, mas há casos em que os significados destas palavras não correspondem propriamente a estas traduções.
Vamos aos exemplos : nos dois primeiros casos a seguir, “again” vai ter seu significado básico:
“ I had to go to the supermarket again.”
“ Don’t tell me you want to sleep again ! You woke up one hour ago.”
No próximo caso, se você traduzir ou interpretar “again” como “novamente”, a compreensão da frase vai ficar comprometida.
“What’s your phone number again?”
Aqui vemos o caso de quem já soube o número do telefone do outro mas esqueceu. Numa tradução nós diríamos em Português : “Qual é o seu telefone mesmo ?”
Raciocínio semelhante cabe à palavra “after”. Mais exemplos:
“ I am going to have dinner after college”
“ I always feel tired after lunch”
E agora:
“The baby was named Marcos after his grandfather”
Ou seja: “O neném foi chamado de Marcos em homenagem a seu avô.”
Viu ? Então cuidado ao estabelecer significados únicos para as palavras.


9 – O que ler
Atenção: para os iniciantes não é legal pegar uma “Time” ou “Newsweek”. São vocabulários difíceis, formais. Para o aluno experiente é uma boa opção.
Revistas de jovens e adolescentes têm um vocabulário mais fácil mas com muitas gírias. É uma boa pedida, principalmente por tratarem de assuntos populares como música e artistas.
Minha indicação principal vai para os livros destinados a alunos de línguas estrangeiras. É possível achar títulos muito bons por preços acessíveis e um limite máximo de palavras. Quanto maior o nível a que se destina, maior o número de palavras consideradas mais complexas. São vendidos em livrarias e em lojas voltadas ao ensino de idiomas.
Passada a etapa dos livros mais fáceis para estrangeiros, aconselho a leitura de dois monstros da literatura de ficção norte-americana: Sidney Sheldon e Danielle Steel. Ele com obras dedicadas ao suspense, ela ao romance. Os dois autores possuem uma narrativa muito agradável de se acompanhar e razoavelmente fácil em termos de vocabulário.


10 – O que ouvir
Tenha sempre um material de áudio. Nos cursos não haverá problema, mas para as aulas particulares, não abra mão de bons CDs. A maioria dos livros didáticos e gramáticas vêm com pelo menos um, incluso ou vendido a parte.
O material das revistas Speak Up e English2go também vale a pena. Trazem reportagens interessantes, sotaques diferentes e músicas.
Use o material para ir percebendo os sons das palavras. Em Português, por exemplo, temos para a letra “o” os sons o, ó, ô e õ. Em inglês há uma infinidade deles e sem regras para compreender. As palavras “box”, “nose”, “look”, “people” e “women” têm sons de “o” diferentes. Só ouvindo, e muito, é possível assimilá-las bem.


11 – Usando um rascunho
Se você, como eu, gosta de escrever muito e se sente mais seguro anotando bastante, faça o seguinte, tenha um caderno para suas aulas.
Um não, dois. Use um como rascunho e nele escreva tudo o que puder durante suas aulas ou em qualquer evento que este procedimento for necessário. Depois, em casa, com calma, passe tudo o que foi escrito para o caderno principal.
O método de estudar escrevendo é bastante eficaz pois força a pessoa a ler mais devagar a matéria.
Use um rascunho também para transcrever textos. Uma boa forma de se checar o aprendizado é pegar um texto curto e passar para o caderno. Depois tente memorizar o básico, a parte principal, e faça um resumo no outro caderno. Verifique depois se você usou as palavras mais adequadas ou se pensou em Português.
Sempre achei este um ótimo exercício.


12 – Use cores diferentes ao escrever
Quando eu era criança e depois adolescente, “pegava no pé” das meninas da turma da escola por usarem réguas e canetas de cores diferentes para anotar as aulas.
Que bobão que eu era ! Coincidência ou não, estas meninas sempre tinham notas altas e os materiais delas eram pedidos por nós para futuras atualizações das nossas bagunças, pois eram muito mais práticos.
Pois bem, abuse do direito de usar réguas, canetas de cores diferentes e marca-textos para realçar uma explicação gramatical.
Por exemplo:
Do they need the book ?
Yes, they need the book.
No, they don’t need the book.
A ênfase nos auxiliares, seja por realce, cores diferentes ou procedimentos como sublinhar ou tracejar, nos mostra, claramente, que o que foi marcado é uma coisa importante. É muito mais rápido assimilar o uso dos auxiliares nas frases desta forma do que apenas escrevendo.


13 – Trabalhando a auto-estima
Já perceberam que tudo o que fazemos bem temos a tendência de continuar a fazer e aprimorar cada vez mais ?
É assim com exercícios físicos, instrumentos musicais , o próprio ato de dialogar com alguém e, é claro, o aprendizado de uma língua.
Então, voltando ao material de gramática, procure uma com um gabarito disponível. Como é boa a sensação de selecionarmos uma página qualquer com 50 exercícios, resolvê-los com tranqüilidade e firmeza e checar, ao final de tudo, que acertamos 90, 95 ou mesmo 100% do total !
Com um índice de acerto desse, a não ser que a pessoa esteja muito cansada, com fome, com sono ou com hora para acabar o estudo, é inevitável que avance à página ou lição seguinte para tentar mais um exercício.
E, se puder, dê bastante ênfase às questões erradas. Procure compreendê-las, através do gabarito, e refazê-las mais tarde.


14 – Familiar é sempre mais fácil
Muitas vezes comparo o Inglês com a Matemática, outra de minhas paixões. Ninguém consegue imaginar ser capaz de aprender apenas com definições um assunto como equações de primeiro e segundo graus. Sem exemplos fica completamente impossível.
Com o Inglês é a mesma coisa e é aí que entra mais uma dica de como assimilar a matéria melhor e mais facilmente. Coloque nomes de pessoas conhecidas nos seus exemplos e, se tiver aulas particulares, comente isso com seu professor e peça para ele fazer o mesmo por você.
Por exemplo, digamos que seu nome seja Pedro, sua namorada, Maria, seu irmão Sílvio e sua irmã Cláudia. Vamos praticar com “can” e “should”:
Sílvio is a smart guy. He can solve a math problem in one minute.
E além de colocar os nomes dos conhecidos, imagine-os nas situações das frases, fazendo as atividades dos exemplos. Mais tarde, uma outra forma de você lembrar de tal assunto é usando a situação em que você pensou.
Outra: Maria, it’s very cold here. You should wear a coat.
E este recurso pode ser aplicado, é claro, em várias outras situações, envolvendo muitas partes da matéria.
Artigos : Claudia is at the mall with a friend.
Posse : Sílvio’s car is black.
Tempos verbais : Maria is having dinner. Silvio is going to work this weekend. Claudia wants to go home.


15 – Atenção com algumas sutilezas
Na minha opinião, o pulo do gato do aprendizado de Inglês , ou seja, aquele momento em que você sente que já está dominando bastante o idioma, é quando você já consegue pensar direto em Inglês.
Enquanto este momento não vem, é necessário tomar muito cuidado para não dizer ou escrever frases que sejam uma mera tradução rápida do que foi pensado em Português. Dois exemplos ajudam bem a entender.
O primeiro, ligado à escrita, nos faz lembrar de nossa infância, quando estávamos aprendendo a ler. Vocês lembram da professora do primário dizendo que “m” só antes de “p” e “b” ? (A minha ainda dizia uma coisa que até hoje eu lembro com carinho: “O ‘m’ vem antes do ‘p’ e do ‘b’ pois a mamãe vem cuidar do papai e do bebê”. )
Pois bem. Em Inglês não tem muito disso não. Como já vi erros na grafia de “comfortable” ! Vocês já podem imaginar qual o erro né. Muita gente escreve “confortable” por causa da regra de Português. E também há muitos equívocos ao escrever “unbearable” e “unbelievable”.
E o outro caso, também muitas vezes dito de forma errada nas primeiras aulas de conversação, ocorre quando a pessoa tenta falar de sua profissão. Em Inglês usamos o artigo indefinido: “I am a teacher, a lawyer, an engineer...”. E o pensamento da pessoa vai direto do Português, sem escalas: “I am lawyer”. Então cuidado 2 – A missão !


16 – O contato diário com o Inglês em casa
Pessoal, mesmo aqui no Brasil, é possível ter contato com a língua inglesa quase o tempo todo em que se está acordado.
Se você já estiver cansado de estudar as matérias de livros e cadernos pode treinar de três formas diferentes ligando a televisão.
Através dos canais por assinatura são várias as oportunidades de treinar o seu Inglês. Só sintonizar e acompanhar um filme, seriado ou noticiário. Opções não faltam.
Ao assistir um DVD, o melhor caso é o som original em Inglês com legendas também em Inglês. Desta forma você acompanha o filme treinando seu listening e sua leitura. E o melhor, sem perceber que está estudando.
E até com vídeo-game é possível praticar. Se você tem varios jogos, escolha um de RPG, pois há muitas instruções em Inglês na tela sobre os procedimentos a serem adotados pelo seu herói.
Cansou da TV? Sem problema. Além de não querer ler nada, também não quer se concentrar em nenhuma informação visual ? Liga o aparelho de som, coloca um CD, deita e ouve. Mesmo que você não queira prestar atenção, numa música em Inglês sempre dá para assimilar alguma coisa.


17 – O Inglês na rua
Se você puder, ao dar uma caminhada, pedalar ou mesmo pegar um ônibus ou metrô, vá ouvindo uma musiquinha ou um material de áudio de livro ou revista. Com a existência dos aparelhos de MP3, espaço não é mais problema.
A música é importantíssima para a curiosidade da pessoa ao aprender a língua. Recentemente, em uma reportagem do Fantástico, foi classificada como uma das principais formas de se exercitar a memória pois facilita a fixação de informações por nós no nosso cérebro.
E se você não puder ouvir nada na rua, use o seu Inglês para apontar situações corriqueiras.
Vá se acostumando aos poucos. Se você vir uma mulher ou homem bonito na rua não pense “Que gata(o) !”, e sim “What a beautiful girl !” ou “What a handsome guy !”
Viu alguém com uma roupa legal, pense consigo mesmo “I love this black T-shirt this person is wearing.” Ao invés de “Legal esta camisa preta dessa pessoa .”
E por aí vai. Não tem erro. Dá para praticar o dia todo.


18 – O Inglês e a Internet
Ao navegar na grande rede, além de checar seus e-mails e comunicar-se com seus amigos e familiares, dê uma olhada no material de língua inglesa disponível.
Suas opções são literalmente intermináveis. Pode ser um site de jornal ou revista americano ou inglês, um portal estrangeiro, uma das zilhões de salas de bate-papo existentes ou até páginas de portais brasileiros com textos, exercícios e dicas de estudo. Eles têm aos montes.
Tem uma dúvida de gramática? Seus materiais de consulta são insuficientes? Aí vai uma dica: acesse um site de busca e digite o tópico que você quer saber mais informações. Surgirão milhares de opções de consulta e você vai, com certeza, sanar suas dúvidas.


19 – Como se comportar em viagens
Conseguir uma viagem para o exterior é difícil. Envolve muito dinheiro e os vistos de entrada para os EUA e Canadá, os países mais procurados para quem quer estudar Inglês, estão cada vez mais difíceis.
Mas se você tiver esta oportunidade, aqui vão algumas dicas para aproveitar bastante o convívio com o idioma.
Tente ir sozinho, ou, na pior das hipóteses, ao menos evite um grupo de excursão. Quanto mais pessoas ao seu redor que façam você se sentir inseguro em usar o Inglês e tenha a oportunidade de usar o Português, menos você vai praticar e aprender.
Já em terra estrangeira, não perca um minuto sequer. Vá batendo um papo com o taxista que vai levá-lo ao hotel. Chegando lá, faça amizade com o pessoal da recepção pois você poderá, em horário de pouco movimento, conversar outras vezes com eles.
Vai dar uma volta? Conhecer a cidade? Peça para os outros tirarem fotos suas . Dê preferência a senhores e senhoras que não estejam com pressa e podem conversar um pouco.
Ao fazer compras, se quiser, por exemplo, adquirir três livros, vá em 3 livrarias diferentes, compre um em cada uma e converse com os vendedores.
No exterior, mesmo sozinho, há inúmeras oportunidades de falar Inglês. É só saber como agir.


20 – Como fazer redações
Você se sente inseguro ao ter que fazer uma redação? Também já fui assim, mas vi que não é difícil, é só seguir alguns passos.
Se a redação for uma pergunta, não responda de imediato, pois se você fizer isso, estará colocando tudo por água abaixo. É o que mais aborrece quem está corrigindo.
Digamos, por exemplo, que o título da redação seja “What do you think of capital punishment?”. Traduzindo: “Qual sua opinião a respeito da pena de morte? “.
Siga um esquema baseado em introdução, desenvolvimento e conclusão, que é o ideal.
Na introdução, que pode ser de um parágrafo apenas, tente prepara o terreno mostrando o que você vai escrever.
No desenvolvimento, use pelo menos três parágrafos e aponte dados e características sobre os prós e os contras das possibilidades apresentadas.
E na conclusão, aí sim, mostre claramente qual sua opinião. Mas evite expressões do tipo “I think”, “in my opinion”. Um parágrafo também já pode ser o suficiente.
Evite frases longas para não se enrolar na pontuação.
Não use vocabulário que você não esteja certo de estar correto. Seria um erro grave.
O mesmo se aplica quanto às construções gramaticais. Se estiver em dúvida, não as use, troque-as por outra coisa.


Parte 2


21 – O auxiliar “Do” (I)
Em minhas aulas particulares, gosto muito de começar o ensino da língua com o “simple present”, que não é difícil e dá ao aluno uma capacidade inicial de se comunicar bem maior do que se ele começasse aprendendo o verbo “to be”.
E é neste primeiro ponto gramatical onde começam muitas confusões porque há pessoas que se baseiam muito no Português para aprender outra língua. Isto, como já mencionei, não é aconselhável, e tende sempre a não ter sucesso.
Como transformamos frases em perguntas em Português? Muito simples, basta, ao escrever, colocarmos o ponto de interrogação, e, ao falar, mudar a entonação para pergunta.
Exemplos:
Eles trabalham aqui. → Eles trabalham aqui?
Você gosta de suco. → Você gosta de suco?
Em Inglês precisamos recorrer a um elemento chamado auxiliar, que é o “Do”. Ele não tem uma tradução e serve para nos mostrar que a frase está no presente.
Eles trabalham aqui. → They work here.
Eles trabalham aqui? → Do they work here?
Você gosta de suco de laranja. → You like orange juice.
Você gosta de suco de laranja? → Do you like orange juice?
Viu como é fácil? Os erros dos alunos, então, consistem em não colocar o auxiliar, numa tradução palavra por palavra do Português. Isto até existe em Inglês, mas é usado apenas numa linguagem bem informal onde quem pergunta expressa surpresa.
Exemplo:
I need $800 to buy some books. → Eu preciso de $800 para comprar uns livros.
You need $800 ??? → Você precisa de $800 ???
Aqui, então, quem pergunta não quer saber exatamente se a pessoa precisa ou não. Ele já sabe a resposta e achou um absurdo o valor pedido, quando ele imaginava, por exemplo, algo em torno de 100 ou 200 reais.


22 – O auxiliar “Do” (II)
E a outra dúvida quanto á esta palavra vem do uso do tempo presente para responder, por completo, a perguntas feitas.
Já vimos que precisamos do auxiliar para formularmos uma questão no presente:
Do you live here?
Ora, as duas respostas possíveis são “sim” e “não”. Se respondermos de forma curta não há do que se ter dúvida: “Yes, I do” e “No, I don’t”. Já se precisarmos usar a resposta completa, muito pedida nas escolas, cursos e provas em geral, temos que prestar atenção para não colocar o auxiliar no caso afirmativo.
Então:
Yes, I live here.
No, I don’t live here.
Mais uma vez, devo mencionar que existe o caso em que o “Do” é usado na resposta afirmativa, mas é um tópico mais avançado e pouco usado didaticamente. É quando precisamos enfatizar a nossa resposta.
Exemplo:
Yes, I do live here.
Isto equivale a “eu realmente moro aqui” e está bem claro que não é toda hora em que precisamos usar este recurso.


23 – O auxiliar “Does”
Também está ligado ao presente simples e é usado nas perguntas e nas respostas negativas quando o sujeito da frase é ou equivale a “he”, “she” ou “it”.
Veja a comparação com “do”:
Do they need money? → Does he need money?
Yes, they need money. → Yes, he needs money.
No, they don’t need money. → No, he doesn’t need money.
Já vimos que, quanto ao “Do”, não o colocamos na resposta afirmativa. Fazemos o mesmo com os casos de “Does”, mas também temos que prestar atenção em conjugar o verbo, geralmente colocando “s” na resposta afirmativa pois é assim que se trabalha com a 3ª pessoa do singular, representada pelos sujeitos “he”, “she” ou “it” e nomes equivalentes.
Espera aí, Fabio, o que você quer dizer com sujeitos equivalentes?
Ora, muito simples, são os nomes próprios, substantivos, profissões e qualificações diversas para os sujeitos nas frases.
Exemplos:
Does he write books? → Does Fabio write books?
Yes, he writes books. → Yes, Fabio writes books.
No, he doesn’t write books. → No, Fabio doesn’t write books.
Does she sleep late? → Does your mother sleep late?
Yes, she sleeps late. → Yes, my mother sleeps late.
No, she doesn’t sleep late. → No, my mother doesn’t sleep late.
E quanto à conjugação dos verbos, na grande maioria das vezes consistirá apenas em colocar “s”. Os casos em que isto não acontece são facilmente encontrados nos materiais didáticos e gramáticas em geral.
Para você praticar usando as respostas completas:
Do you drink milk every day?
Does he like to travel?
Does Monica live in Rio?
Do Monica and Eduardo live in Rio?


24 – O pronome “it” como sujeito da frase
Esta é outra dúvida comum que vem do problema de se tentar traduzir tudo do e para o Português. Usamos “it” como sujeito de frase, em Inglês, para nos referirmos a uma coisa, animal ou acontecimento e também para que várias frases tenham sujeito, o que é desnecessário em Português. E é aí onde mora o perigo.
Vamos por partes:
Podemos responder à pergunta “Where is the book ?” com “The book is here”, ou, simplesmente, e de uma forma muito mais natural “It is here”, onde “it” se refere ao livro.
E na pergunta “Is it raining ?”. O pronome existe para que a frase tenha um sujeito. Nove entre dez alunos iniciantes, ao elaborar esta pergunta, falam “Is raining ?” pois pensam em Português.
O mesmo acontece com “It is getting dark” (está ficando escuro), “it’s noon” ( é meio dia) e muitos outros casos.


25 – O auxiliar “Did”
O passado nas frases em Inglês é bastante fácil, infinitamente mais que em Português, pois não há variação dos verbos quanto às pessoas. É uma conjugação única.
E o uso é idêntico ao presente, ou seja, há um auxiliar (“Did”) para as perguntas e para as frases negativas e, afirmando algo, conjugamos o verbo. Mas sempre lembrando que a conjugação é única, ou seja, em frases com sujeitos iguais ou equivalentes a “he”, “she” e “it”, os verbos continuam os mesmos.
Voltando ao primeiro exemplo do tópico 23:
Do they need money? → Does he need money? → Did they (I, he, she…) need money?
Então podemos ver que o passado é mais fácil que o presente pois não trocamos o auxiliar. E nas respostas também será mais fácil pois alteraremos menos o verbo:
They need money. → They needed money
He needs money. → He needed money
Alguns erros comuns cometidos pelos alunos quando ainda não assimilaram bem este assunto:
Do they needed money?
Does he needed money?
Did they needs money?
Do he neededs money? (Cruz credo !)
Todos estão errados pois não devemos mexer com o verbo nas perguntas, a não ser naquelas exceções do tópico 22, ao fazermos perguntas com presente e passado.
E nas respostas negativas o raciocínio é o mesmo : colocou o auxiliar, não mexe com o verbo.
Mais formas erradas:
He don’t needs money.
He doesn’t needs money.
He doesn’t needed money.
He didn’t needs money.
E como exercício de fixação você pode pegar as frases do final do tópico 23 e transformá-las também em perguntas e respostas com o tempo passado.


26 – O uso correto do artigo “The”
Mencionei anteriormente que os verbos no passado são muito mais fáceis que seus similares em Português por haver uma conjugação única.
Com o artigo definido acontece o mesmo. Dê uma olhada nos exemplos:
Inglês – The boy is tall. The girl is tall. The boys are tall. The girls are tall.
Português – O menino é alto. A menina é alta. Os meninos são altos. As meninas são altas.
Uma única palavra em Inglês representa quatro em Português.
A atenção que devemos ter aqui, novamente, é tomar cuidado para não traduzir frases palavra por palavra do Português para o Inglês. Isso porque o artigo definido, em Inglês, raramente precede nomes próprios. Dê uma olhada:
O Luiz é meu amigo. → Luiz is my friend.
O Brasil é um país lindo. → Brazil is a beautiful country.

E o outro ponto que merece atenção é que, em Inglês, não usamos o artigo para falar de coisas genéricas, apenas de casos particulares, específicos.
Listen! The baby is crying. (Ouça! O bebê está chorando.). Esta frase é dita referindo-se a uma criança em especial, pois, quando generalizamos, o artigo some. Exemplo: Babies cry a lot when they’re hungry. (Os bebês choram muito quando estão com fome.)


27 – Plurais
Os plurais da maioria dos substantivos, em Inglês, seguem a regra de como procedemos em Português, ou seja, acrescentando “s”.
E, assim como em Português, em Inglês temos exceções, com casos que podemos explicar e outros que são irregulares.
Você há de pensar : “Irregulares ! Lá vem ‘decoreba’”. É verdade mas não é complicado e, como na nossa língua, podemos assimilar rapidamente.
Se temos então, em Inglês, uma palavra terminada em CH, SH, S e X (e na maioria dos casos, também na letra O), não vamos apenas colocar S, e sim ES.
Temos: bus – buses; watch – watches; bush – bushes; fox – foxes.
Mesmo sem a regra, nós já percebemos, naturalmente, que não caberia apenas acrescentar S às palavras acima.
E as irregularidades ? Veja como é fácil. Não há explicações de por que, em Português, os plurais de avião e mão são, respectivamente, aviões e mãos. Sabemos pela prática. Você conseguiria se expressar dizendo “Vou ter que pegar dois aviãos para chegar a Moscou.” ?
Pois temos vários casos em Inglês. Eis alguns:
Child – children; foot – feet; man – men; mouse – mice.
Tudo bem então quanto às palavras? Legal, agora temos que prestar atenção nas frases.
Vou dar um exemplo em que três coisas diferentes vão acontecer com palavras em uma frase:
“You bought a good book yesterday.”
Em “a good book” temos, pela ordem, um artigo indefinido, um adjetivo e um substantivo.
Se o artigo fosse definido, ele permaneceria normalmente na frase no plural. Os indefinidos, ao contrário, desaparecem pois não acompanham um substantivo plural.
Já a palavra “good”, um adjetivo nesta frase, permanece sem alterações, como acontece com os adjetivos em geral.
E, finalmente, o substantivo varia para o plural.
Então temos: “You bought a good book” → “You bought good books.”
Uma dica valiosíssima para este e para a maioria dos pontos de gramática: tente compreender os assuntos naturalmente, fazendo exercícios e observando a fala e a escrita, pois, se você parar para pensar nas funções sintáticas e gramaticais das palavras cada vez que se expressar, nunca conseguirá fazê-lo bem. A gramática e a sintática servem apenas como nexo, como prova, para serem entendidas inicialmente.


28 – O verbo TO BE
O verbo To Be é, em muitos métodos, colégios e cursos, o primeiro assunto a ser ensinado em Inglês. Eu acho bom que isto aconteça apenas com as crianças, que iniciam bem devagar, com algumas palavrinhas e sem preocupações do uso imediato da língua.
Para os adultos, como já mencionei anteriormente, acho mais útil começar com as frases gerais do Simple Present, pois lhes dá uma capacidade maior de uso.
Pois bem, o verbo To Be é muito fácil mas há alguns alunos que cometem errinhos bobos por falta de atenção, ao misturá-lo com DO e DOES nas frases.
Basta assimilar o seguinte: onde entra o verbo To Be (em suas conjugações Am ,Is e Are) , não entram Do e Does.
Vamos trabalhar com as variações nas frases:
They are my friends → They are not my friends. → Are they my friends?
Ora, para transformar a frase afirmativa em negativa, basta acrescentar NOT ao verbo e, para fazê-la tornar-se uma pergunta efetuamos a troca do verbo com o sujeito.
Há pessoas que colocam nesta estrutura os auxiliares que dela não podem fazer parte. Vejamos algumas frases erradas:
They don’t are my friends.
I don’t am a doctor.
Do you are here?
E outro erro muito comum que vejo meus alunos cometerem ocorre quando há sujeitos grandes nas frases. Não tem mistério. É só passar para o começo o verbo.
Exemplos das frases certas:
Ana is your sister. → Is Ana your sister?
This beautiful young girl is your sister. → Is this beautiful young girl your sister?


29 – O Present Continuous
Extremamente ligado ao verbo To Be, já que sem ele não existe, o Present Continuous (ou Present Progressive , como indicam alguns materiais ) indica uma ação em andamento, em continuidade, e é formado sempre por uma forma do verbo To Be ( am, is ou are ) e um verbo no gerúndio.
E é desta formação que vem um erro muito comum dos alunos. Não se pode esquecer nenhuma das duas partes pois aí não existirá uma frase correta. Alguns exemplos:
Frases certas : She is working now. They are studying at the moment.
Frases erradas: My brother playing the guitar. The girl is dance now.
Esclarecido um ponto, vamos a outro. Quando dobrar uma letra ao passar um verbo para o gerúndio?
É só seguir os passos:
a) As três últimas letras têm que ser consoante – vogal – consoante (CVC), como os verbos CUT, HIT, SWIM, ADMIT. Esta geralmente é a única regra ensinada nos colégios, o que pode gerar, depois, uma grande confusão.
b) A palavra precisa ser monossílaba ou oxítona, ou seja, ao conjugar, por exemplo, LISTEN e TRAVEL, não dobramos a letra.
c) a última letra da palavra não pode ser x, y nem w. Então verbos com PLAY, GROW e FIX não têm suas últimas letras dobradas.

E, por último, para destrinchar bem este assunto, devemos lembrar que há verbos que não são usados no Present Continuous. E aí deve-se tomar muito cuidado com duas coisas: evitar (mais uma vez) traduzir frases do Português para o Inglês e lembrar que estes verbos não são usados especificamente nas formas progressivas, o que não os exclui de agregarem o gerúndio em algumas situações. Observe abaixo:
“I am not understanding.” Esta frase não existe em Inglês. Ela é uma tradução, palavra por palavra, do que seria dito em Português, O correto seria “I don’t understand.” Ou, ainda , “I can’t understand.”
“Knowing another language is very important.” Aqui “knowing” funciona como sujeito da frase e não como Present Continuous. A frase está certa, não está vinculada ao verbo To Be e não indica continuidade.


30 – Formação de Perguntas (I)
Já trabalhamos com questões no presente e no passado e agora vamos aprender um pouquinho mais sobre as perguntas feitas em Inglês.
A estrutura básica de perguntas, na grande maioria dos casos, envolve quatro elementos. Auxiliar – Sujeito – Verbo – Complemento.

No presente – Do you live here / Does he need this book?
No passado – Did you write the letter yesterday?
No futuro – Will they see this?
Na forma condicional – Would Mr. Boyd talk about that?

Vemos que para cada caso temos auxiliares diferentes: Do e Does para o presente, Did para o passado e assim por diante. Estas são perguntas simples que exigem apenas respostas yes ou no, exceto se houver uma escolha explícita.
Exemplos:
Do you like orange juice?
As respostas possíveis são, na forma curta, “Yes, I do” e “No, I don’t”. Na forma completa, “Yes, I like orange juice” e “No, I don´t like orange juice.”
Agora vejamos:
Do you prefer to read books or magazines?
Neste caso, não é possível uma resposta yes ou no pois precisamos tomar uma posição, optar por um dos casos. Então responderíamos ou “I prefer to read books.” ou “I prefer to read magazines.”


31 – Formação de Perguntas (II)
Agora vamos aumentar a estrutura básica do tópico anterior acrescentando o pronome interrogativo, que é um elemento que não vai mais permitir o uso de respostas yes ou no. Ele vai sempre nos fazer dar uma satisfação ao que foi perguntado.
Exemplo:
Where did you go yesterday? (Aonde você foi ontem?)
Vamos raciocinar juntos: como resposta a esta pergunta é possível dizermos “Sim, eu fui” e “Não, eu não fui.”?
É isso aí. Também concordo que não dá. Deveremos, então, apontar um lugar: “I went to the park yesterday.”
Mais exemplos:
When will she do the homework?
Why does your little daughter sleep so late?
Who did you visit last summer?
How often do you have English classes?
Opa, o que é isso?! Estava indo tudo direitinho e agora me aparecem 2 palavras antes do auxiliar. É assim mesmo?
É sim. As perguntas não necessariamente precisam seguir a idéia de uma palavra por elemento da estrutura. Podemos ter, sim, duas ou mais palavras antes do auxiliar, é só não esquecermos dele. Vejamos:
How long do you study every day?
At what time did she go to bed yesterday?
Entendeu direitinho? Só não se esqueça do que eu mencionei lá atrás no início do livro: todos estes tópicos são um começo, uma luz. Em muitos deles há ainda vários outros casos a serem examinados e este é um deles. Muitas mudanças na estrutura podem ser feitas mas o que foi apresentado aqui serve como uma boa base para estudos futuros.


32 – Um pouco sobre os pronomes possessivos (my/mine)
Achou familiar o título do tópico? Você também se enrola em usar my e mine? Tudo bem. Já vi muita gente assim e eu mesmo já tive problemas com estas palavrinhas no início, mas é fácil, fácil.
Primeiro vamos, mais uma vez, desvincular o assunto de uma possível tradução para o Português.
Teríamos, na nossa língua, frases como “meu guarda-chuva é preto” e “aquele livro é meu.” Nos dois exemplos temos a palavra “meu” que nem sempre será “my” em Inglês, tradução mais fácil e corriqueira.
Então quando será “my”?
Quando preceder um substantivo, pois vai funcionar como adjetivo. Aliás é este mesmo o nome dele (my) em Inglês: pronome adjetivo.
Exemplos:
My house is white.
My father is a good man.
I love you, my beautiful girl.
Neste último caso há um adjetivo entre o pronome e o substantivo . Tudo certo. Não há o menor problema.
E vamos agora aos pronomes possessivos por excelência.
Já corrigi muitos alunos que assimilaram que eles, os pronomes, vêm sempre no final da frase. Não é este o caso; eles vêm, sim, muitas vezes no final mas o mais importante é que não precedam, acompanhem substantivos.
Exemplos:
This pen is mine.
Those pens are mine (ou ours, theirs, yours etc.)
Agora:
Is this your T-shirt?
My weekend was very good. Hers were very good too.


33 – Quantos anos você tem ?
Tudo bem, não precisa se preocupar. Eu sei que é super indelicado perguntar a idade às pessoas, assim sem mais nem menos, principalmente às mulheres.
É só para chamar a sua atenção para a importância desta pergunta e como ela é feita de forma errada por quem ainda não assimilou bem este assunto.
Usamos o verbo To Be (ser, estar), e não o verbo To Have (ter) para saber quantos anos a pessoa “tem” em Inglês. Confundir-se nesta situação é comum mas, ao mesmo tempo, é um erro muito grave.
Exemplos:
How old are you? e não “How old do you have?” e nem “How many years do you have?”
How old is she? e nada além disso também.
Quer outro exemplo para fixar bem? Vamos buscar uma outra referência: “Qual é a sua altura?” → How tall are you?
Nesta mesma linha de raciocínio podemos formular várias perguntas para alguém, ou a respeito de alguém, usando diversos adjetivos:
How intelligent is the best student in class?
How rich is that girl?
How beautiful is that woman?


34 – Você sabe usar tag questions, não sabe?
Não? Aprendamos, pois.
“Tag questions” ou “Tag endings” são as partes finais das frases que usamos para confirmar algo que já sabemos, ou, ainda, se esperamos apenas uma confirmação. Tanto em Inglês como em Português difere um pouco da pergunta convencional, não só no uso de palavras mas no sentido também.
Por exemplo:
Você vai à praia amanhã?
Seus pais vão ver o jogo?
Você foi à festa ontem?

Nas perguntas acima eu realmente não sei a resposta e não estou omitindo uma opinião. Trata-se de curiosidade mesmo.
Agora observe a diferença neste outro formato de pergunta:
Você vai à praia amanhã, não vai?
Seus pais vão ver o jogo, não vão?
Você foi à festa ontem, não foi?

Repare que, nestes três últimos exemplos, eu presumo uma resposta afirmativa em todos eles. É claro que é possível uma resposta negativa, mas não é o que eu espero.
E o mesmo raciocínio ocorre quando formulo uma pergunta na negativa:
Ele não vai perder a festa, vai?
Em Inglês, tudo isso é muito parecido. Não vamos usar perguntas simples, daquelas que já aprendemos. Vamos, sim, nos utilizar das tag questions, sempre com uma afirmação de um lado e uma negação do outro e vice-versa.
You’re going to Pat’s party, aren’t you?
Maya wants to go home, doesn’t she?
You drank all the juice, didn’t you?

Repare que, nas partes finais das frases, acompanhamos o tempo verbal, usando o seu elemento correspondente e sempre invertendo os sinais: afirmando de um lado e negando do outro e vice-versa.
Então: “Deu pra assimilar, não deu ?”
Agora a dica é pegar um bom livro de exercícios e resolver um monte deles. Vai lá que você “tira de letra”.


35 – O uso de CAN, COULD, MAY e MIGHT
E agora? Quando usar cada um deles?
Vamos primeiro ao que eles têm em comum: os verbos ligados a eles não variam, não são precedidos por “to” e nunca veremos auxiliares como do, does e did e nem as conjugações do verbo to be ligados a eles.
Exemplo:
I can dance and he can dance too. What about you? Can you dance too?
I could drive when I was younger.
Continuando: Quanto ao uso dessas palavras nas frases, é imprescindível desvincularmos, principalmente em relação a can e could, o conceito de poder fazer algo. Este é um erro bem comum.
São três as situações de uso:
No primeiro caso temos, aqui sim, a idéia de capacidade e could é o passado de can.
I can play the piano but I can’t play the guitar. → Eu posso (ou sei, ou sou capaz de) tocar piano mas não posso tocar violão.
I could speak French 10 years ago.
Agora muita atenção; a seguir could não será passado de can, não significará ter capacidade de fazer algo e ainda teremos a companhia de mais umas palavrinhas: may.
Can I drink some water?
Could you open the door?
May I leave earlier this afternoon?
Estamos tratando de pedidos e permissões e o diferencial aqui é a formalidade. Usamos may na situação mais formal (ao falar com chefes, por exemplo ; could para um caso em que não há intimidade mas também não há necessidade de ter tanto cuidado. E, finalmente, can para amigos e familiares).
Ainda não mencionei a palavra might. Ela está ligada à terceira situação, possibilidade, e pode ser intercambiada com could ou may. Aqui também não cabe a idéia de ter poder para fazer algo.
Então atenção ! Se quisermos falar algo equivalente a “Ele pode vir sábado ou domingo, ainda não tem certeza” nunca usemos can, e sim may, might ou could. Eu prefiro may.
Exemplos:
I may be wrong but it seems to me that he doesn’t love her anymore.
This might be the last match.


36 – Usando os pronomes pessoais
Resolvi abordar este assunto pois, mais uma vez, a tradução ao pé da letra atrapalha o bom uso da língua.
Reconhecer um pronome como sujeito da frase é bem fácil. São eles I, you, he, she, it, we, you, they. Atenção: yous não existe.
Trabalhar com os pronomes oblíquos é que confunde as cabeças das pessoas. E o maior motivo de isso acontecer é termos, na nossa língua portuguesa, “ele” e “ela” como sujeitos ou objetos das frases.
E é aí que vem o erro. Muito acostumados a tratar “ele” e “ela” por “he” e “she” respectivamente, as pessoas erram muito ao ter de tratar com objetos nas frases. Vejamos:
Em Português está certíssima a frase “Ele comprou um presente para ela”. Em Inglês, entretanto, não podemos tratar esta palavra “ela” por “she”, pois não é sujeito, e sim objeto da frase e o uso correto é “her”.
Vamos agora virar o jogo: “Ela comprou um presente para ele”. Como ficaria ? Isso mesmo: “She bought him (e não “he”) a present.
Pratiquemos um pouquinho:
This book is for her
Those cell phones belong to us.
You should give it to him.


37 – Pronomes reflexivos
Vamos começar este tópico com um desafio. Você é apresentado à frase “He hurt him accidentally”. E agora, certo ou errado ?
Vimos no item anterior que “he told he” está errado. E “he hurt him”?
Esta frase pode estar certa ou pode estar errada, vai depender do contexto. Se quisermos substituir os nomes Mike e Joseph na frase “Mark hurt Joseph” podemos, sim, atribuir “he” para Mike, sujeito da frase, e “him” para Joseph, objeto.
Mas e se tivéssemos pensado em “Ele se machucou”? Não poderíamos usar “him”. Quando temos uma ação em que quem pratica e sofre a ação é a mesma pessoa usamos os pronomes reflexivos. São bem fáceis: “Myself, yourself, himself, herself, itself, ourselves, yourselves e themselves”.
Então, no caso “Ele se machucou”, devemos usar, unicamente, “He hurt himself”.
Outros casos:
She told herself that she’d never do that again.
I locked myself in the kitchen.
Também trabalhamos com este tipo de pronome como ênfase, veja só: “He himself did the homework” ou “He did the homework by himself”. Siginifica que ele fez o dever sem ajuda.


38 – Present Perfect (1)
Chegou ! Chegou a hora do mais temido assunto para os estudantes de Inglês. O incompreendido, mas muito fácil Present Perfect.
Formular frases com ele é muito simples. Usaremos “have” e sua variação “has” como auxiliar (lembrando que este “have” não é mais o verbo “ter” e que é possível sim termos, além do auxiliar, o verbo “have”).Aí vai:
Have you eaten the sandwich?
Has she called them?
The men have brought you a present.
E os verbos principais, como você deve ter identificado, vieram conjugados na “terceira coluna” (eat – ate – eaten) : o particípio.
Nos verbos regulares não há muito trabalho, o particípio é igual ao passado. Nos irregulares, infelizmente, não há forma alguma de explicação, não há parâmetros. Deve-se decorar a conjugação. Eis alguns:

Drink – drank – drunk
Bring – brought – brought
Cut – cut – cut
Take – took – taken

E em que situação usamos o Present perfect ? Ele será sempre desvinculado de um tempo fixo no passado e, além disso, indicará algo que produz efeitos.
Usamos:
She’s gone to Canada. → She went to Canada yesterday.
I’ve traveled a lot. → I traveled a lot last year.
Legal? Melhorando sua compreensão do assunto? Então atenção para o que vem agora.


39 – Present Perfect (2) – Palavras chave
Outra noção muito comum deste tempo verbal é a de período de tempo não acabado.
Imaginemos o dia 28 de dezembro de 2005 às 4 da tarde. Temos um caso aqui em que a tarde não acabou, nem o dia, nem o mês e nem o ano. Então, se o Present Perfect é o tempo verbal em que mencionamos um tempo não terminado, é ele quem vai aparecer nas frases.
Exemplos:
I haven’t written anything today.
I haven’t seen my parents this month.
She’s worked a lot this year.
E quanto às palavras-chave, elas também estão ligadas á idéia de período de tempo não acabado. Os exemplos mais práticos são for, since, ever e never.
Aí vão mais casos para observação:
I’ve lived here for two years. E continuo morando, o período não terminou.
Nesta frase devo alertá-lo para não cometer um erro comum: traduzí-la e usar o present simple : I live here for 2 years. É inadmissível.
Continuando:
We have been married since 1999. E não “We are married since 1999”.
I’ve never been to France. E não “I never was in France”. Aqui também temos um período de tempo não terminado: a vida.
O mesmo se aplica para a pergunta “Have you ever eaten shrimp?”, ou seja, em algum período da sua vida você já comeu camarão ?
Este então é um assunto fértil nos livros didáticos e gramáticas em geral. Tente treinar bastante que, quanto mais você praticar, mais craque vai ficar.


40 – Voz passiva
É outro tópico que aterroriza e um assunto que envolve os verbos nos particípios. Assim como o Present Perfect, não há nada a temer, ele também é de fácil compreensão.
Na voz passiva, aquilo que era objeto na frase ativa vai se tornar sujeito na passiva.
Alguns exemplos.
Comprei um livro. → O livro foi comprado (por mim)
Lavamos a roupa → A roupa foi lavada (por nós).
Tudo bem até aqui ? Continuando:
My grandmother buys food at the supermarket. Esta é uma boa frase para análise.
Voz passiva – Food is bought by my grandmother at the supermarket.
O que aconteceu ? O verbo principal “buy” foi conjugado para o particípio e, acompanhando-o temos agora uma flexão do verbo to be no presente, mesmo tempo verbal da frase na ativa.
Então anote aí: nas frases de voz passiva teremos sempre um verbo to be seguindo o tempo do verbo da voz ativa e um verbo no particípio.
She will make the orange juice. → The orange juice will be made by her.
She is going to visit her parents tomorrow → Her parents are going to be visited.

9 comentários:

Elver disse...

Caro Fábio,

Achei seu blog por acaso numa pesquisa e me surpreendi com as dicas, são muito interessantes e pertinentes.

Parabéns e continue!

Luiz

Dina disse...

OLÁ FÁBIO,
Encontrei seu blog fazendo uma pesquisa de inglês (exercícios interessantes), achei super legal suas dicas, são muito proveitosas.
Congratulation!!!!!!!!!!!!!

Esmeraldina

Nova Soure, 17 de Outubro de 2008

Fabio Costa e Silva disse...

Muito obrigado !
Grande abraço e bom fim de semana pra você.

peixoto disse...

Obrigado por suas dicas.

Continue assim.

Vc teria material em DVD para TV onde tenha um curso completo de inglês com um professor como o senhor dano aula?

abs
fernando

Fabio Costa e Silva disse...

Bom dia, Fernando e obrigado pela mensagem.
Infelizmente não tenho o material em DVD. Vou procurar saber de um como você falou e te aviso.

Abraço

Ueritom Ribeiro Borges disse...

Olá...tenho um blog semelhante em partes com o seu, e gostaria de saber se vc gostaria de trocar links comigo... o endereço é www.inglesparaleigos2.blogspot.com

Abraço!!

Anônimo disse...

Oi Fabio, preciso aprender inglês,
sei que posso aprender sem ter que frequentar um curso,porém não sei por onde começar.Se você puder me ajudar me add no orkut, ai você tira algumas dúvidas que tenho.
Obrigado e parabéns pelo site!
Erick

Alexandre disse...

Começei o meu curso de inglês a duas semanas, muito legal o livro, vai mim ajudar muito, estou acompanhando ele.

Renato disse...

Gostaria de agradecer o seu post.... foi de muita ajuda... abçs!